PASSAGENS – G25

RAPHAEL SALES NOGUEIRA, ISABEL AMMANN SAAD, WILLIAN PAULO FANTE, ANDREA BRIZ CRISTOBAL

1ª ETAPA

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2ª ETAPA

Passando por baixo da Avenida Vergueiro, na saída do metrô que conecta o Centro Cultural São Paulo ao outro lado da calçada, há uma escada estreita e burocrática. É utilizada pelos transeuntes para mecanicamente vencer o desnível e chegar à Praça Santo Agostinho, nada mais que um estacionamento linear e ao ar livre, que serve aos frequentadores da Igreja, do Colégio e do Teatro (de mesmo nome) e também aos estudantes da universidade Unip, um pouco mais à frente. A região é composta por edifícios comerciais, residenciais, universidades e também por grandes hospitais.
Essa passagem de fato funciona, mas de que forma? Apenas para a transposição de nível, como um percurso rápido, objetivo e desatento à visualidade da paisagem. Essa é negada pelos poucos assentos que ali existem, com vista para os carros parados. Com localização privilegiada, inclusive pela presença da uma ciclofaixa na Avenida Vergueiro, poderia ser a ligação natural entre diferentes equipamentos culturais, situação ímpar na cidade de São Paulo. Poderia tomar a forma de um edifício que, assim como o CCSP, é ao mesmo tempo um local de passagem e de estar, que explora a transição entre a cidade e os programas nele estabelecidos. No entanto, nada disso acontece.
Optamos então por estudar esse emaranhado de fluxos e requalificar a saída do metrô, integrando os diferentes níveis de forma mais sutil. O carro perde espaço na praça e dá lugar a um vazio central que ilumina as rampas, ao mesmo tempo bicicletário e acesso ao metrô, do térreo ao subsolo. Do térreo para cima, a passagem explorará o corpo em movimento, abraçando a vista existente.

 

 

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3ª ETAPA