PASSAGENS – G30

PEDRO CASSIANO DE MENDONÇA, MANUELA RAITELLI CRUZ, ANA CAROLINA MEDEIROS, MANUELA MAKHOUL ERHART DE BARROS

1ª ETAPA

Memorial descritivo

O sistema viário determina o caminho de pessoas e veículos – motorizados ou não – na cidade de São Paulo. Os quarteirões por vezes se comportam como barreiras impermeáveis: a cultura de construir térreos livres nos quais a escala do corpo é diretriz do projeto se encontra nas exceções e não na regra da cidade.

Tendo como exemplo edifícios como o Copan e o Conjunto Nacional – que proporcionam o chamado “vazio urbano” – o grupo vê potencial de projeto em quarteirões sufocados pela rigidez do sistema viário afim de não só subverter essa lógica, mas de também resgatar o corpo como diretriz de projeto, propondo novas maneiras de vivenciar a cidade.

O recorte da rua Augusta escolhido se enquadra nessa lógica: apesar de dinâmica, a ligação entre seus polos atrativos se da exclusivamente pela rua. O quarteirão central do recorte – atualmente com 380m de comprimento – se permeável poderia, por exemplo, estabelecer uma conexão direta entre os três teatros da região: o Teatro Augusta, o Teatro Frei Caneca e a casa de stand-up comedy Comedians, o que não só reforçaria o caráter cultural do local, mas também cria a oportunidade de projetar uma passagem que pode ser incorporada pelo conceito de teatro moderno itinerante.

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2ª ETAPA

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