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PLANTA PRANCHAS1ª Etapa

MEMORIAL

“Como encontrar um sentido que não seja histórico? Nem por seus materiais nem por seus significados as obras transcendem o homem. Todas são ‘para’ e um ‘em direção’ que desembocam num homem concreto, que por sua vez só adquire significação dentro de uma história precisa. ” (VALERY, Paul. O poema).

“Memória, história: longe de serem sinônimos, tomamos consciência que tudo opõe uma à outra. A memória é vida, sempre carregada por grupos vivos e, nesse sentido, ela está em permanente evolução, aberta à dialética da lembrança e do esquecimento, inconsciente de longas latências e de repetitivas revitalizações. A história é a reconstrução sempre problemática e incompleta do que não existe mais. A memória é um fenômeno sempre atual, um elo vivido no eterno presente. ”  (NORA, Pierre, Entre memória e história, a problemática dos lugares).

Partindo do tema da pré-existência e da reflexão em cima do patrimônio histórico, foi levantada a relação entre a obra arquitetônica ou urbanística com o seu contexto histórico, ou seja, de como os edifícios e a malha urbana podem revelar traços de história ao observador. Passamos a pensar em como destacar tais patrimônios históricos e de como a conexão entre eles pode estar diretamente relacionada com a história. Ao mesmo tempo, surgiu a questão do próprio tema da história, questionamos que tipo de história deveríamos destacar, seria a história oficial de São Paulo focada no centro? Quem afinal, define o que é relevante de ser levado adiante e o que deve ser esquecido?

Chegamos a um ponto onde definimos que a cidade de São Paulo é feita por um mosaico de memórias e contos de milhões de pessoas. Qualquer pessoa pode contar sua história e assim adicionar sentido e significado para cada espaço da cidade, São Paulo é 11,3 milhões em uma. A partir da pesquisa de contos publicados sobre a cidade e relacionando-os com a história oficial percebemos que essas duas linhas se cruzam o tempo todo e dependem uma da outra.

Estudando os contos e os fatos históricos, buscamos um caminho, um percurso que pudesse nos contar uma história sobre a cidade de são Paulo onde é revelado pontos dispersos pela cidade, trazendo um significado a mais tanto para o percurso, quando para os edifícios e espaços destacados no caminho.

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2ª Etapa

Percurso – Sobre trilhosmomorial

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3ª Etapa